Num relance sobre os meus mais recentes escritos sobre Sintra, reparo e lamento a quantidade de tempo que dispensei a um autarca e putativo recandidato que, noutro qualquer e «normal» enquadramento, nem sequer mereceria a atenção de minúscula vírgula…

Parece que terei esquecido o conselho do meu querido pai que, constantemente, me lembrava como o tempo é curto para que nos dediquemos, tão somente, a quem e ao que, efectivamente, vale a pena.

Enfim, na ingénua crença de que estarei a lutar por mais altos valores, a que «instância» terei de prestar contas? Se calhar, ao engano, a mais frustrante de todas as entidades…

 

 

João de Oliveira Cachado

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