Na imprensa estrangeira as notícias são outras…

 

«O governo português provou que os seus críticos estavam errados, ao reduzir o défice orçamental para o valor mais baixo dos últimos 40 anos, apesar dos alertas de que as suas políticas anti-austeridade poderiam significar um desastre financeiro. (…) [De facto], alguns países da zona do euro manifestaram a sua preocupação e alarme quando o governo socialista de centro-esquerda, com o apoio do Partido Comunista e do Bloco de Esquerda, assumiu o poder em 2015, numa plataforma anti-austeridade.

 

Washington Post, Portugal reduz o défice orçamental para o valor mais baixo das últimas quatro décadas

 

«O Primeiro-ministro António Costa tinha anunciado em meados de janeiro que o défice das contas públicas “não seria superior a 2,3%”, ou seja, o mais baixo desde o alvor da democracia, em 1974. O que significa, sobretudo, que Portugal conseguiu assegurar a saída do procedimento por défice excessivo, previsto pelas regras orçamentais europeias (que exigem que os países membros da zona euro façam descer os seus défices abaixo da barreira dos 3%).»

 

Le Figaro, Portugal reduz o seu défice público para 2,1% do PIB

 

«A economia portuguesa cresceu 1,4% em 2016, de acordo com os dados do Instituto Nacional de Estatística. (…) Por isso, o executivo, apoiado pela esquerda radical pode respirar um pouco, mesmo que momentaneamente. De facto, se é certo que não se cumpriu, de todo, o descalabro macroeconómico que era vaticinado pelos social-democratas de Passos Coelho, também é certo que há problemas estruturais muito preocupantes que subsistem.»

 

ABC Economía, A economia portuguesa cresceu 1,4% em 2016

 

 

Nuno Serra, in blog Ladrões de Bicicletas

http://ladroesdebicicletas.blogspot.pt/2017/02/na-imprensa-estrangeira-as-noticias-sao.html

 

 

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António Costa apresenta-se

 

Antóno Costa na oposição:

O líder do PS disse ser um “gravíssimo erro” a forma como se criou a ideia de que a resolução sobre o BES seria feita sem custos.

ou

O autarca lisboeta [António Costa] diz que quem vai pagar o empréstimo ao Novo Banco são os “contribuintes” e que esta “não é uma solução mágica”.

António Costa hoje:

Costa garante: Estado não perderá um cêntimo no Novo Banco – “O Estado em caso algum perderá 3,9 mil milhões de euros ou qualquer parcela. São um empréstimo ao Fundo de Resolução e será suportado por sistema financeiro.”

 

Nuno Gouveia in  blogue  31 da Armada

http://31daarmada.blogs.sapo.pt/

 

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