“Um dia, entrei com a família num restaurante de um país do hemisfério sul e pedimos um prato, já não sei qual. O empregado explicou-nos, condescendente, que “tem, mas acabou”. Creio que o jornalismo pode estar a passar por um risco semelhante: tem, existe, são profissionais com códigos e com instituições, que produzem um bem público, mas este está a mudar tão depressa que se pode tornar irreconhecível ou redundante, pode acabar.

Não é da existência de jornais, ou de rádios, ou de televisões, como objectos produtores de comunicação, que trato aqui. Esses continuam, mudam mas continuam. Sempre foram desafiados por novas formas de informação e sempre resistiram e continuaram. É mesmo ao jornalismo como profissão com um estatuto próprio na sociedade que me refiro.(…)” Francisco Louça, in blogues Público.

 

Texto completo:

http://blogues.publico.pt/tudomenoseconomia/2017/01/10/nao-sei-se-o-jornalismo-morreu-tambem-nao-sei-se-quer-viver/

 

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“(…) Como sei que a vossa indignação é honesta e genuína, e aqui alargo o convite a todos os paladinos anti-despesismo da nossa cândida direita, estejam eles no comentário político televisivo, nas colunas de opinião anti-esquerda, na blogosfera liberal/conservadora ou nos grupos de ódio laranja nas redes sociais, ficarei a aguardar, com expectativa, pelos vossos contributos indignados. E caso para dizer: e o Sérgio Monteiro, pá?”, João Mendes, blog Aventar

 

 

Texto completo:

https://aventar.eu/2017/01/11/ao-cuidado-da-direita-indignada-com-o-despesismo/

 

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“(…) O espectáculo a que assistimos hoje, em Lisboa e nas televisões, é obsceno. Hoje, em Lisboa e nas televisões, a oligarquia (que a si própria se intitula «Estado») declarou sonoramente a total indiferença a que vota os portugueses, as pessoas a que as televisões chamam «anónimos», ou «populares», ou «povo»”, José Mendonça da Cruz, blog Corta-Fitas

 

Texto completo:

http://corta-fitas.blogs.sapo.pt/a-oligarquia-nas-ruas-fechadas-no-6475492

 

 

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“O Público, cumprindo-se como o semipasquim que é, despediu José Vítor Malheiros alegando falta de dinheiro para lhe pagar. Este cronista não era só uma memória viva do jornal enquanto instituição e desde a sua fundação, era e é também uma voz que verte salubridade e inteligência no espaço público.

 

Entretanto, o Público e o seu director que já se declarou fã mantêm João Miguel Tavares na lista de pagamentos. É até provável que vejam na figura uma estrela da companhia, adorando de cada vez que ela consegue arranjar alguma “polémica” com outros avençados da opinião.(…)”, Valupi, in Blog Aspirina B, 07/01/2017

Texto completo:

http://aspirinab.com/valupi/quando-e-isto-a-referencia/

 

 

 

 

 

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